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Um quadro visto enquanto documento social de uma época Ambientes Costumes Civilizações

Um quadro visto enquanto documento social de uma época

O texto descreve um quadro de Nicolas-André Monsiau em que Luís XVI, no gabinete de Versailles, instrui o célebre navegador La Pérouse sobre grandes viagens de exploração científica. Vê-se o rei, profundo conhecedor de geografia, diante de um globo, examinando planos de navegação, cercado por fidalgos da Marinha em trajes elegantes e variados, precursores do fraque. As cores e roupas formam quase uma “sinfonia visual”, como aves de plumagens diversas numa mesma gaiola, dando vida e movimento à cena. O quadro é destacado como precioso documento social, revelando com esplendor o requinte e a “quintessência” da sociedade de corte francesa antes da Revolução de 1789.

Plinio Corrêa de Oliveira
Ampliação da Academia São Luís Grignion de Montfort Ação Contra Revolucionária

Ampliação da Academia São Luís Grignion de Montfort

O artigo narra a bênção e inauguração de um novo edifício da St. Louis de Montfort Academy, internato católico da TFP nos EUA que completa 30 anos formando “heróis católicos” para enfrentar a cultura contemporânea. O novo prédio, com capela, refeitório e dormitórios, permitirá acolher mais alunos e reforça a missão de formar jovens que amam a Deus, honram Nossa Senhora e vivem as virtudes da cavalaria católica. O Cardeal Burke exaltou o apostolado da escola, destacou o testemunho dos alunos nos campi universitários e confiou a Academia ao Imaculado Coração de Maria, conclamando todos a serem um “facho de luz em tempos de trevas”. Dom Bertrand, cortando a fita com uma espada, enfatizou o ideal de “Igreja Militante” e de cruzados modernos, enquanto a direção reafirmou o compromisso de formar jovens que amem e sirvam a Jesus e Maria.

John Ritchie
Por que tantos têm tanto medo do renascimento católico? Destaque

Por que tantos têm tanto medo do renascimento católico?

O texto analisa o “renascimento silencioso” do catolicismo nos EUA, com aumento de batismos de adultos, especialmente entre jovens da Geração Z e grupos sociologicamente pouco propensos à conversão (ateus, muçulmanos, intelectuais, celebridades). Céticos progressistas tentam minimizar ou explicar o fenômeno apenas por números ou por vantagens sociais, vendo a conversão como “marcador de elite” ou estratégia de estabilidade e ascensão. O autor critica essas leituras sociológicas, mostrando que ignoram o principal agente da conversão: Deus, cuja graça move as almas a abandonar vantagens materiais e ambientes hostis para abraçar a fé. Chama esse movimento de “toque divino” que rompe narrativas liberais, assusta quem vive como se Deus não existisse e indica que algo extraordinário está em curso na História.

John Horvat
TATUAGENS   -   Satanás pretende marcar nossos filhos? Capa

TATUAGENS - Satanás pretende marcar nossos filhos?

Catolicismo apresenta um estudo inédito, adaptado à realidade brasileira, sobre o fenômeno atual das tatuagens, hoje presentes em cerca de um terço da população. O texto mostra como uma prática antes marginal se vulgarizou, inclusive entre figuras públicas, seminaristas e mães de família, e pergunta que riscos representa para corpo e alma. Analisa a origem pagã e ritual da tatuagem, sua história ligada ao submundo (prisões, gangues, máfias, comunidades LGBT) e os riscos concretos à saúde, pouco conhecidos do grande público. Conclui que a tatuagem é incompatível com a visão cristã do corpo, alertando pais e avós a orientar e, se preciso, advertir os jovens, para que não assumam marcas permanentes das quais possam se arrepender.

Atilio Faoro
Nobreza e Tradição numa cristandade Vigorosa 6 Nobreza

Nobreza e Tradição numa cristandade Vigorosa 6

O texto mostra como, ao longo da história, muitos nobres, reis, generais e estadistas viveram com profunda fé católica, a ponto de vários se tornarem santos, provando que a nobreza é compatível com a prática heroica das virtudes. Relata exemplos de reis que rezavam o rosário, defendiam a Igreja, honravam a Eucaristia em público e, na hora da morte, pensavam antes na salvação da alma do que nos bens terrenos ou nos títulos. Mostra também chefes militares e governantes que preferiram dar testemunho cristão diante dos soldados e súditos, reconheceram o poder da cruz acima do cetro e respeitaram a religião mesmo em conflitos políticos. Em síntese, a verdadeira grandeza temporal aparece sempre subordinada a Deus: os melhores príncipes, políticos e heróis foram aqueles que cumpriram seus deveres com os homens porque tinham clara consciência de seus deveres para com o Criador.

diversos
“Falcões” e “pombos” na turbulência Internacional Internacional

“Falcões” e “pombos” na turbulência Internacional

O texto contrapõe “falcões” e “pombos” desde a Guerra Fria: os primeiros veem a paz garantida pela força e dissuasão, os segundos pela distensão, diálogo e convergência global. Mostra como, na prática, a política pacifista ocidental desarmou psicologicamente o público diante do expansionismo comunista (URSS e depois China), enquanto a linha dura de Reagan foi decisiva para o colapso soviético. Atualiza o quadro com 11 de Setembro, Covid, guerra na Ucrânia, ataques do Irã via Hamas e o retorno da “linha dura” com Trump e Netanyahu, vistos pela mídia pacifista como ameaças. Conclui, à luz de Plinio Corrêa de Oliveira, que a obstinação “dos pombos” historicamente favorece os agressores e pode repetir os erros que levaram ao Terror de 1789.

Roberto de Mattei
MALDIÇÃO DO PETRÓLEO -  O Brasil entre a riqueza natural e o entrave estatal Nacional

MALDIÇÃO DO PETRÓLEO - O Brasil entre a riqueza natural e o entrave estatal

O artigo mostra como a “maldição do petróleo” se manifesta no Brasil: uma Petrobrás altamente lucrativa usada politicamente, com monopólio, corrupção, refino inadequado e enorme carga tributária que encarece combustíveis e toda a economia. Aponta o etanol (cana e milho) como alternativa estratégica, limpa e já responsável por cerca de ⅓ do consumo de combustíveis, que poderia crescer muito mais com menos impostos e incentivos corretos. Denuncia que o “Custo Brasil”, a burocracia e a voracidade fiscal levam produtores rurais e empresas a migrarem para países vizinhos com menos tributos, gerando crise no agronegócio, recorde de recuperações judiciais e até tragédias humanas, como suicídios de agricultores. Defende, por fim, a necessidade de reduzir o tamanho do Estado, aliviar a carga tributária e rever políticas ambientais e institucionais, para que a vocação produtiva do Brasil possa levá-lo ao papel de grande potência.

Hélio Brambilla
Palavra do Sacerdote - Junho de 2026 Palavra Do Sacerdote

Palavra do Sacerdote - Junho de 2026

Pergunta – Participei recentemente de uma reunião ‘Crescendo na Fé’, organizada por um grupo leigo que eu não conhecia. Durante as discussões, tratou-se da devoção popular ao Sagrado Coração de Jesus, e fiquei bastante chocado ao perceber que o sacerdote palestrante e a maioria dos participantes apresentavam uma visão muito negativa dessa devoção. Alguns chegaram a afirmar que se tratava de uma prática pouco espiritual, que conduz a uma espécie de materialismo; outros disseram que seu objeto não era claro: se se tratava do órgão físico ou do amor entendido de forma simbólica. Houve quem alegasse que essa conexão entre o coração e o amor estaria superada pela ciência, que já não considera o coração como sede das emoções. Por fim, o próprio padre declarou que seria teologicamente errado prestar culto a uma parte do corpo, em vez de adorar a pessoa inteira de Cristo. Ainda foi feita uma crítica de que essa devoção dá ênfase excessiva aos sentimentos, colocando um foco desproporcional — até mórbido — no sofrimento e na reparação. Confesso que ainda estou perplexo com tudo que ouvi e gostaria de receber uma explicação que me ajudasse a preservar minha devoção ao Sagrado Coração Jesus.

Pe. David Francisquini