Todas as Notícias

Buscar notícias

Mais filtros

Limpar tudo

Todas as Notícias (102)

Peter diante do maravilhoso católico Discernindo

Peter diante do maravilhoso católico

Aos 12 anos, Peter ficou impressionado com a beleza da Catedral de São Patrício e perguntou ao pai protestante como uma igreja "errada" podia ser tão bela. Sem resposta, o pai silenciou. Este momento marcou o início da conversão de Peter Kreeft ao catolicismo, que se tornou intelectual católico respeitado. Sua história mostra que muitas conversões começam com o contato com o maravilhoso da Igreja, seguido de reflexão teológica.

Paulo Henrique Américo de Araújo
"Missa Tradicional e Comunhão Eclesial: Esclarecendo as Objeções" Palavra Do Sacerdote

"Missa Tradicional e Comunhão Eclesial: Esclarecendo as Objeções"

Pergunta – Há mais ou menos um ano, minha mulher e eu descobrimos a Missa tradicional. No início, fomos por curiosidade, talvez até com alguma reserva. Depois, pouco a pouco, aprendemos a entrar no silêncio, a acompanhar o rito com o missal, a saborear uma liturgia mais recolhida, marcada pelo senso do sagrado e do mistério. Com o tempo, percebemos que já não conseguíamos mais participar com facilidade da Missa no rito novo, que passou a nos parecer ruidosa, muito exterior e pouco propícia à oração profunda. Alguns amigos, notando a nossa ausência na Missa paroquial habitual, passaram a nos censurar, dizendo que os fiéis ligados à tradição se fecham em si mesmos e esquecem algo essencial da Igreja: o "estar juntos". Segundo eles, se cada grupo escolhe o rito que prefere, a liturgia deixa de ser um fator de unidade e passa a ser elemento de divisão, quando não de exclusão. Para reforçar o argumento, evocam a chamada "comunhão eclesial", insistindo que o bispo celebra apenas no rito novo, e que, portanto, não seria possível permanecer em comunhão se não se participasse "da mesma mesa eucarística". O que pensar diante dessas objeções?

Pe. David Francisquini
Editorial – Fevereiro de 2026 Editorial

Editorial – Fevereiro de 2026

Após a morte de Chávez e prisão de Maduro em 2026, a Venezuela se viu livre dos ditadores, mas não do regime comunista. A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu interinamente, mantendo toda a estrutura chavista: nomenclatura no governo, Judiciário controlado, empresas estatizadas e corrupção. A repressão continua brutal, com o governo incentivando denúncias contra quem comemora a prisão de Maduro. A população permanece oprimida e na miséria extrema, sem acesso a medicamentos e alimentos. O texto alerta sobre a importância de o Brasil não seguir o caminho comunista que assola a Venezuela.

Editorial